A adoção, que deveria ser lembrada apenas em histórias de amor incondicional, acaba ganhando visibilidade na mídia em virtude de um ato de extrema violência. Ato este cometido pela procuradora Vera Lúcia Sant’Anna Gomes, acusada de torturar uma garotinha de apenas dois anos de quem detinha a guarda provisória, enquanto aguardava o término do processo de adoção.
Infelizmente, este não é o único caso que mostra, diferente do que deveria ser, o quanto a violência e o abandono estão presentes em histórias de adoção.
Apesar de não haverem dados oficiais sobre as adoções sem sucesso no Brasil, é mais comum do que se imagina os adotantes devolverem as crianças, principalmente durante o período de convivência, quando possuem apenas a guarda provisória. Após o término do processo é mais raro esse tipo de desistência.
O mais importante quando se decide adotar uma criança é perceber que não existe a “criança ideal”, perfeita. Os filhos por adoção são iguais aos biológicos, só que ainda mais especiais por já terem uma história de rejeição. Por isso é tão difícil a construção de um relacionamento sincero e duradouro como deve ser um relacionamento entre pais e filhos.
Percebe-se, então, que o grande problema é o despreparo dos adotantes e, por isso, é tão importante que eles procurem se informar antes de decidirem realmente enfrentar um processo dessa natureza, o qual costuma ser bastante desgastante. Estudar o assunto, procurar grupos de apoio, participar de palestras, cursos e um bom advogado que possa lhe orientar a respeito, é fundamental.
A adoção precisa ser consciente e, principalmente, ter como objetivo o desejo de dar o direito ao convívio familiar, sem olhar cor, idade, saúde, história de vida. A criança adotada precisa apenas ser acolhida como ser humano e não ser escolhida como se fosse um bem de consumo.
Não é somente um ato de amor. A família deve estar preparada e estruturada para receber essa criança. Nem tudo é só felicidade, há grandes dificuldades, que podem ser contornadas e que serão recompensadas com a consolidação de uma verdadeira relação entre pais e filhos, sincera e eterna.
Infelizmente, este não é o único caso que mostra, diferente do que deveria ser, o quanto a violência e o abandono estão presentes em histórias de adoção.
Apesar de não haverem dados oficiais sobre as adoções sem sucesso no Brasil, é mais comum do que se imagina os adotantes devolverem as crianças, principalmente durante o período de convivência, quando possuem apenas a guarda provisória. Após o término do processo é mais raro esse tipo de desistência.
O mais importante quando se decide adotar uma criança é perceber que não existe a “criança ideal”, perfeita. Os filhos por adoção são iguais aos biológicos, só que ainda mais especiais por já terem uma história de rejeição. Por isso é tão difícil a construção de um relacionamento sincero e duradouro como deve ser um relacionamento entre pais e filhos.
Percebe-se, então, que o grande problema é o despreparo dos adotantes e, por isso, é tão importante que eles procurem se informar antes de decidirem realmente enfrentar um processo dessa natureza, o qual costuma ser bastante desgastante. Estudar o assunto, procurar grupos de apoio, participar de palestras, cursos e um bom advogado que possa lhe orientar a respeito, é fundamental.
A adoção precisa ser consciente e, principalmente, ter como objetivo o desejo de dar o direito ao convívio familiar, sem olhar cor, idade, saúde, história de vida. A criança adotada precisa apenas ser acolhida como ser humano e não ser escolhida como se fosse um bem de consumo.
Não é somente um ato de amor. A família deve estar preparada e estruturada para receber essa criança. Nem tudo é só felicidade, há grandes dificuldades, que podem ser contornadas e que serão recompensadas com a consolidação de uma verdadeira relação entre pais e filhos, sincera e eterna.
→ por Aida Quintairos - @aidaquintairos
Nenhum comentário:
Postar um comentário